
Na minha arte não sigo uma linha. Os meus temas são sempre variados sem me prender a um estilo, e sim às diversas possibilidades de dar forma às minhas emoções, percepções e idéias.
Criar é uma forma de interpretar meus sentimentos, minhas idéias e imaginação. Cada criação é uma forma de interpretação e uma maneira diferente de observar a realidade.
A minha inspiração é algo transcendental e subjetiva, é o exercício do meu pensamento buscando entender -ou não- o universo.
A minha arte sou eu, e é por isso que às vezes me confundo com ela.
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